quarta-feira, abril 18, 2012

I love London!



4 Girls.
1 Town
Sex & The City in...

....

LONDON!!!!!

(é já amanhã, minha gente!)

domingo, abril 15, 2012

O que as coisas não significam



Sometimes it's not enough to know what things mean, sometimes you have to know what things don't mean.”


Tenho tentado todos os dias assimilar a ideia de que não posso entender ou compreender tudo. Mas é algo que se torna todos os dias também mais complicado para mim.
Não entender as coisas retira-lhe toda a simplicidade e atribui-lhes uma complicação demasiadamente pragmática para o meu gosto.

E vou exercitando diariamente a minha cabeça e o meu coração para que abracem a ideia de que há coisas que não me são explicadas, porque não são para me ser explicadas. Não porque não me dizem respeito, mas porque não estou envolvida nelas o suficiente ou de forma natural.
E agarro-me ao que sou e sempre fui, apenas uma pequena cuidadora demasiadamente preocupada em que esteja sempre tudo bem entre aquilo que nos rodeia ou nos pode afectar.
E porque é que é assim?
Não sei ainda porquê. Nem o que significa.
Mas isso também me ajuda a compreender aquilo que não significo. E aquilo que todas as coisas que não compreendo (ainda) não significam (mais).
E por hoje e para os próximos dias, isso terá de me bastar.
E porquê?
Porque sou demasiadamente normal, e simples.

quarta-feira, abril 04, 2012

AJATeatro


E vai ser o primeiro como professora :)

domingo, abril 01, 2012

Março de Abraço

Churrascada na Serra de Sintra (Obrigada ao Manel!)

Noites pelo Cais do Sodré :)

Tarde de Sol na Caparica =P

Inauguração do Palácio da Mel :)


Luxadaaaaaa :)


E com aniversários dos mais pequeno da família, e com mais uns abraços aqui e ali, almoços, jantares, lanches etc...
Março foi mais ou menos assim =)

RIP

Após o desafio lançado na aula de Gestão da Formação pela Dra. Isabel Moço, e após um período suficiente de reflexão (todos sabem que nas palavras prefiro reflectir o menos possível para que seja tremendamente genuíno), decidi hoje sentar-me, e escrever.
O desafio lançado é escrever sobre aquilo que gostaríamos que dissessem de nós no dia do nosso funeral. Mais do que aparentemente mórbido (numa primeira impressão), este desafio revela-se extremamente perturbador, no sentido em que aquilo que escolhermos acaba por ser aquilo que desejamos que seja o rumo da nossa vida.
Cá vai então.

No dia do meu funeral gostaria que dissessem que:

- Que fui alguém que cuidou sempre dos seus, e que partilhou e que sobretudo se preocupou. (já ninguém se preocupa.)

- Que fui alguém que desenvolveu uma carreira profissional aliciante e polivalente que me tenha realizado todos os dias, mais e mais.

- Que fui alguém que todos os dias aprendeu alguma coisa.

- Que fui alguém que seguiu o seu caminho. Aquele a que se predestinou: ser feliz essencialmente.

(talvez 4 desejos muito básicos, mas que para mim são os essenciais.)