terça-feira, dezembro 18, 2012

A permanência de se estar aqui, virtualmente.

Houve um momento em que pensei fechar as portas deste meu cantinho no final deste ano. Cheguei a estipular que no dia 31 de Dezembro, antes da festa das 12 badaladas e a viragem para o novo ano (que se deseja, claro, bem melhor que o anterior!) o In the Waiting Line fecharia portas. 
O que me levou a tentar acabar com 6 anos de vida deste meu pequeno espaço? Talvez algumas invasões indesejadas. Saber que aquilo que colocava aqui era observado por pessoas alheias, com o intuito de querer saber mais de mim (mas sem interesse exactamente naquilo que tenho para partilhar). 
Talvez também porque este meu cantinho carrega muito amor, muita amizade e muitos momentos alegres, mas muita mágoa, muita tristeza. 
Pode ser, também, porque talvez a minha vontade de mudar de rumo pudesse começar com a simples parvoeira de mudar de casa virtual.

Mas na verdade não posso.
Não posso abandonar a minha linha de espera que me viu crescer a saber amar, a saber sofrer.
Não posso nem quero deixar o limbo que carrega a força das minhas palavras e as imagens de todos os momentos.
Não quero saber de quem ande a tentar incomodar ou a bisbilhotar sequer. Não quero saber de quem usa as minhas palavras para atingir alguma coisa.

Quero ficar aqui, em casa.
Com tudo aquilo que isso trouxer, de bom e de mau. E claro, quero ditar aqui os novos rumos que virão para mim! E muitos que serão de certeza!

Não posso nem quero fechar portas.
As saudades seriam imensas.

O In The Waiting Line está para ficar. De pedra e cal :)


quinta-feira, dezembro 06, 2012

Sweet November

E no meio de reviravoltas que o final do mês trouxe, foi nos braços da minha gente que o mês de Novembro se passou :)



                                           Baja TT Portalegre - Lá foram elas mais um ano :)


Lá chegaram os 26 aninhos :)

Palhaçadas de Primos :)

Bem vinda de regresso minha querida :) 

That´s What it is [3]


I like to think so! :)
And i begin again. 

quarta-feira, novembro 14, 2012

Voltar a si



- Estás mais feliz. Gosto tanto de te ver assim novamente!

De facto ela já se vinha sentindo mais ela própria a cada dia que passava. Retomara a paixão e a simplicidade, pelas mais pequenas coisas, que tanto a caracterizavam.
Voltara a gostar de combinar toda e qualquer coisa novamente. Tinha o cuidado de se adaptar, novamente, àquilo que era e se sentia. Simples mas bonita.
Todos os dias se lembrava menos de algumas coisas do passado. Na grande maioria dos dias ou não pensava de todo no que tinha passado, ou apenas se lembrava (sem remorsos, sem o peso do sofrimento por que passou).
Prendera-se novamente às origens e à rebeldia da corrida pelos campos e das noites intermináveis de copo-fonia e muita alegria entre os seus.
Valorizava novamente quem era na vida dos que a rodeavam. Sentia-se especial e sentia que tinha sorte, muita sorte por se ter recuperado tão rapidamente e ao lado de pessoas tão boas, tão puras, tão verdadeiras e tão suas!!

- Voltaste querida. Ainda bem que voltaste!

Tinha voltado a viver, sem dúvida. Estava apaixonada pela vida.
Tinha voltado a si.

Sentia-se mais feliz. E isso já era tudo. 

terça-feira, novembro 13, 2012

Outubro ao Rubro

Entre aniversários dos pequeninos mais próximos, da prima, do avô e dos outros muitos amigos, houve muito surf, caça, afectos familiares e noite das bruxas à mistura :)

Outubro foi mais ou menos assim:

 Rip Curl Pro Peniche 

Baleal :)

Os meus caçadores :)

E já cá cantam 85 aninhos :) 

Bairro Alto :) Halloween


sábado, novembro 10, 2012



Não me sai da cabeça...

i told you to be patienti told you to be finei told you to be balancedi told you to be kindnow all your love is wasted?then who the hell was I?now i'm breaking at the britchesand at the end of all your lines

who will love you?who will fight?who will fall far behind?

terça-feira, outubro 30, 2012

Baja Portalegre 500

Lá estaremos mais um ano, não é minha gente?
Ao novatos: não deixem que a chuva atrapalhe! Vale a pena!


quarta-feira, outubro 24, 2012

Crise de Valores do Coração



A maior crise que se vive por cá é a crise dos sentires, dos sentimentos, do coração, dos valores.
Já ninguém se preocupa com os sentimentos e com os valores.
Estamos perante uma sociedade que vive e consome o dia a dia sem se preocupar com as pessoas que estão ali logo ao lado.
Já ninguém sabe gostar de ninguém. Já ninguém sequer calcula o que é amar alguém. Cuidar? "Já não há tempo para cuidarmos a não ser de nós próprios quanto mais dos outros",  dizem as gentes. Já ninguém se preocupa em cuidar o que tem a não ser da casa, do carro e da conta bancária (que para a grande maioria também já vai sendo cada vez mais apertada). Atenção? Carinho? Já ninguém se preocupa com retribuição de carinhos, de afecto. Já ninguém se lembra que no final do dia, ou do mês, mesmo com a conta a zeros, o carinho é o maior dos valores.Já ninguém sabe ser amigo, dar um abraço, dar força.Cada um por si e já ninguém olha para o lado.
Já ninguém procura um olhar ou um sorriso, um dar de mãos. Não há tempo, ou não é importante, ou amanhã trata-se disso.
Já ninguém luta pela felicidade. Já ninguém sabe sequer o que é ser feliz.
Já ninguém corre atrás. Já ninguém perde tempo a lutar, sequer a querer ou desejar.
Quando é que voltamos a sentir? Em 2040 também?

Estamos perante uma crise de valores do coração.
Socorro,
Tenho a carteira vazia mas pesa-me mais o vazio dos corações à minha volta.

segunda-feira, outubro 15, 2012




E tinha lá ficado esta semana. Certamente :)

quarta-feira, outubro 10, 2012

Coisas Curiosas

"- Mas não consegues simplesmente esquecer isso? 
 -  O quê? O passado?
 -  Sim, já passou algum tempo.
 - Não. Carrego todo o meu passado comigo naquilo que sou hoje."


Porque somos o que o passado fez de nós.
E disso poderemos fazer o nosso futuro. Melhor sempre. :)

quarta-feira, outubro 03, 2012

E depois de uma LUXadaaaaaaaaaaa à antiga, o electro tem andado no ouvido e esta não pára de tocar!

segunda-feira, outubro 01, 2012

Pedaços de Verão (Junho, Julho, Agosto e Setembro)

Entre o mar, o sol, a música, os abraços, os sorrisos e o calor, este ano o Verão foi mais ou menos assim:

Optimus Alive :)

Sintra

Praia S. João da Caparica

Comporta Village - Praia da Comporta



Festival do Crato

Casamento Bernardo e Ana Rita

Berlengas


Guimarães


Braga

Pensão Amor

OutJazz 

sábado, setembro 08, 2012

Tinham passado talvez 6 meses



Tinham passado talvez 6 meses. Não tinham trocado um único contacto. Aliás, ela não lhe respondeu uma única vez. Colocou todos os e-mails numa pasta porque não teve coragem de os apagar. Trocou de número de telemóvel e pediu à assistente que guardasse todas as cartas que ele enviara num lugar onde ela não as encontrasse.

Tinham passado talvez 6 meses. Mudara de casa, porque todos os cantos a lembravam dele. Pintara o cabelo para poder sentir-se outra todos os dias quando se olhava ao espelho. Mudara de emprego. 

Tinham passado talvez 6 meses. E ela voltou ao local onde foram pela primeira vez felizes. Onde foram um só pela primeira vez. Não queria, mas naquele dia e naquela hora o único local onde sentiu que tinha de ir era ali.

Tinham passado talvez 6 meses e ele lá estava. Sentado numa das rochas perto do mar. Sozinho. A ler um livro. E no momento em que ela o viu, ele olhou para trás, e sorriu. Dirigiram-se lentamente um para o outro, a medo inicialmente, e depois com uma imensa ansiedade.

Tinham passado talvez 6 meses e a paixão não deixara de existir. Correram um para o outro. Ela caiu nos braços dele, abraçaram-se fortemente e beijaram-se loucamente.

Tinham passado talvez 6 meses e no lugar que seria sempre deles fizeram amor mais uma vez. Mais uma vez. E outra vez. 

E passado talvez 6 meses sairam de lá, novamente apaixonados, como no primeiro dia, de mãos dadas.

quinta-feira, agosto 16, 2012

terça-feira, agosto 07, 2012

segunda-feira, julho 30, 2012

Eu em vocês, vocês em mim.

E mais uma noite, e mais uma tarde o círculo fechou com abraços e brindes e sorrisos e cantorias. Mais uma vez olho para vocês e vejo-me em cada gesto e cada sorriso. Sou cada um de vocês. Cada uma de vocês. E agora abraçamos os nossos mais pequenos (ainda só as mais pequenas por enquanto, até nascerem os meninos). E ali, e em qualquer lado somos uma família. Uma grande família.

Os que juntam os trapinhos, os que se organizam e se orientam para o nascimento do novo membro, os que se encontram no final da semana, os que estão perto, os que estão mais longe, os que vemos mais vezes, os que vemos menos vezes. Os que abraçam novos desafios e atravessam  o oceano. Todos juntos sempre (perto ou longe). 

E mais uma vez eu sorri e brindei e gargalhei ao vosso lado.
E mais uma vez quando o corpo tomba e o coração se esquece de palpitar, o vosso abraço faz andar para a frente.
E o som dos pássaros e o azul do céu abraçam mais uma tarde de convívio. Mais uma tarde de amizades plenas e verdadeiras. E eu enrolo-me nesta dança e contra-dança que é o meu ponto de equilíbrio. Mais uma tarde de tudo e tanta coisa.

Sou tanto em vocês e vocês tanto em mim.


segunda-feira, julho 16, 2012

E este ano parece que vai ser assim :)



domingo, julho 15, 2012

Hoje no Alive vamos andar a trautear tudo e mais alguma coisa mas quero mesmo ouvirrrrrr isto!!!! =)


Gostar de pequenos "quês"


Ontem acordei a relembrar alguns pequeninos "quês" da vida. E eu tenho tantos e tenho conseguido fazê-los tão bem nos últimos dias. E sinto-me tão eu novamente. 
E assim sou feliz.
Gosto de acordar e espreguiçar-me em tom de preguiça da mais aguda possível. Gosto de aproveitar os dias. Aproveitar o sol, o céu azul. Gosto de fazer um dia inteiro de praia até não conseguir mais estar ali. Gosto de passear e sentir as gotas da chuva a molharem-me o rosto. Gosto de comer fast-food em domingos quando não se sabe o que cozinhar. Gosto de inventar na cozinha. Gosto de banana com mel. Gosto de chocolate. Sou fã de cogumelos, oregãos e salsa.Por mim tudo pode levar cogumelos oregãos e salsa que não me chateio muito.
E assim sou feliz.
Gosto de beijar. Gosto de abraços fortes e cheios. Gosto de sexo. E gosto ainda mais de sexo com amor. Gosto de dar as mãos e apertar com força. Gosta de passar a mão pelo rosto dos que gosto em sinal de carinho. Gosto de provocar sorrisos, e gargalhadas. Gosto de sorrir e gargalhar em conjunto. Gosto de brincadeiras parvas. Gosto de seduzir e ser seduzida. Gosto de elogiar e ser elogiada.
E assim sou feliz.
Gosto de cinema, e de noites sem fim a ver filmes e séries na tv. Gosto dos meus bocadinhos de sossego. E dos bocadinhos de sossego a dois, a três ou a mais um ou outro. Gosto de beijar os meus braços, talvez porque goste da minha pele e de como ela é suave. Gosto de miminhos e coisinhas fofas. Gosto de cantarolar e abanar-me ao som da música no carro. Gosto de cantar no chuveiro. Gosto de me arranjar em frente ao espelho e sentir-me linda. Gosto de trautear músicas ao longo do dia. Gosto de Thomas Newman, gosto de Lana del Rey, gosto de bossa nova e gosto de Fado. Gosto de toda a música. Gosto de dançar sozinha. Gosto que dancem comigo.
E assim sou feliz.
Gosto de momentos em familia. Gosto de momentos com os amigos. Gosto de momentos a sós. Gosto de momentos a dois. Gosto da alegria. Gosto da nostalgia. Gosto da saudade. Gosto da paixão. Gosto de me apaixonar e de me sentir apaixonada. Gosto de amar e ser amada. 
Gosto de gostar de tanta pequena coisa. 
E assim sou feliz.

segunda-feira, junho 18, 2012

As três gerações

Gostava de quando passávamos o serão ali os três. As três gerações. Eu, tu e a mãe. Era tão tranquilo, tão bom, tão divertido.
Lembro-me de quando me ensinavas aqueles trocadilhos com as palavras e a mãe ria ria ria porque eu me trocava toda a dizer aquilo... Lembro-me de quando imitavas o Pato Donald e eu ia às lágrimas de tanto de rir, e caía no teu colo.
Lembro-me como se fosse hoje desses momentos. De te ver ali sentado em frente à lareira, ou à mesa.. e víamos os 3 um filme qualquer. Porque tu deixavas sempre que eu ou a mãe escolhêssemos tudo.
Lembro-me de quando fazias as partidas dos dedos partidos ou do nariz que desaparecia. E eu caía sempre. E acabava sempre perdida de riso.
Lembro-me de gargalharmos os três. De chorarmos os três. De tanta coisa, sempre os três.

Eu, tu e a mãe. E éramos os três tão diferentes e tão iguais. E eram sempre o melhor do mundo aqueles momentos.

E tenho tantas saudades disso avozinho. Tenho tantas saudades de quando era assim.
Anda, deixa o vazio em que a tua alma caiu, e o rumo perdido que os teus olhos tomam, dá-me a mão.
Vamos-nos sentar os três. Eu, tu e a mãe. E gargalhar um pouco. Pode ser?


quinta-feira, junho 07, 2012

Até logo.



"Não há outra companhia que prefira à tua. A tua é sem dúvida a que me dá mais de tudo."

Olhou nos olhos dele e ficou ali a olhar para ele e a sorrir. Tinha-lhe sabido tão, mas tão bem ouvir aquilo.Saber que era a pessoa mais importante para alguém.

Continuaram a caminhar em silêncio após um almoço demorado e de muita conversa.
Ele contou as novidades do trabalho, os novos projectos e o retorno a Portugal. Desta vez para ficar, pelo menos nos próximos tempos. Sentia falta do seu lar.
Ela não contou grande coisa para além daquilo que ele já sabia. Apenas do profundo desejo de parar um bocado e descansar de muita coisa.
Durante o caminho ele posou a mão pelo rosto dela e desviou-lhe o cabelo, e sorriu. Aquele grande e adorável sorriso.
Chegados ao local em que se despediam, ele apertou-lhe a mão e disse: "Até logo minha pequena."
Ela gostou do até logo. Como não se lembrava gostar há algum tempo. E disse de volta: "Até logo."


segunda-feira, junho 04, 2012

Calmo Maio.

E os mês de Maio foi mais calmo, de estudo e abraços familiares.
Poucas memórias fotográficas, mas ainda assim:



Pedaços de mim :) Avô e mãe


Aniversário Telma, Rita e Alcino :)


terça-feira, maio 22, 2012


No lonely hands grab my suitcase full of nothing
 I don't know why
 I don't know why

 You took me in, gave me something to believe in,
 That big old smile is all you wore


=)
Gosto tanto, tanto, tanto.

sábado, maio 19, 2012

Destinos não destinados



Há destinos que estão destinados a não se encontrarem. Cruzam-se mas nunca se encontram. Há vidas que não sabem viver lado a lado, porque não coexistem. 
Nunca fui de seguir um plano de uma vida, nunca fui de me predestinar a algo a não ser ao amor (aquele para sempre). Nunca fui de permanecer ali,à espera que o destino trace o meu caminho.
O destino não me destinou a uma serie de imensas coisas. Sobretudo interrompeu o meu caminho várias vezes com vidas perfeitas, circulares, onde a minha total desordem não encaixava de todo.
Sou demasiadamente imperfeita para encaixar em certos comportamentos tipo. Sou demasiadamente imperfeita para aceitar o que tem de ser. Sou demasiadamente imperfeita para ser calma e ponderada nas alturas em que temos de ser calmos e ponderados. Sou um ser selvagem, reguila, maroto, insistente, persistente, chato e aborrecido. Sou doce, carinhosa, meiga e amiga. Sou eu, imperfeita como sou e como gosto tanto de ser. 
Hoje preocupei-me demasiadamente com aquilo que sou, com o que isso pode trazer-me dos outros. 
Estava destinado a que assim fosse. Que me preocupasse tanto mais uma vez com o que os outros podem pensar, que mais uma vez me afastei de mim. Deixei de ser eu. Deixei o meu eu respondão, mal disposto, alegre, jubilante e cheio de vida.
Segui a minha rotina programada e no final das "ordens do dia", sem nada planeado, decidi voluntariamente, e pela primeira vez sem uma paragem decidida para sair, apanhar o eléctrico do costume e olhar. Só olhar para as ruas, para as pessoas, as casas, as estradas, as linhas...E encontrei-me em cada lugar, em cada olhar, em cada passo.Saí onde calhou, caminhei para onde os meus passos me levaram. Sorri, olhei, chorei, gritei, e falei sozinha até (porque sou assim também).
Regressei a casa, exausta. Dia cheio. 
Prefiro assim até. Viver a minha vida. Sem mais. Sem confusão, sem vidas paralelas.
Não foi perfeito. Foi assim, como eu. Não sou perfeita, sou assim.
Parece que ainda não sei o meu caminho, mas sei para onde quero ir. Até mim.

quinta-feira, maio 17, 2012

Os pequenos detalhes.



Morreu.
Acabou.
E no final tudo se resume a isto. A uma palavra. A várias palavras se preferirmos, mas a verdade é que fica tudo resumido a um grande nada. Um grande nada que se instala no lugar da pessoa que parte e na pessoa que fica.
E é por isso que sou tão ligada a pormenores para que nunca possa perder completamente nada. Mas na verdade, perde-se. Perde-se sempre que alguém escolhe ir embora. Perde-se sempre que alguém é levado de nós. Não deveria acontecer, mas perde-se.
Acabou.
Morremos.
E é por isso que sou tão ligada a pormenores, todos os dias. Pequenos e minuciosos pormenores. Carinhos, olhares, sorrisos, palavras. Porque teimo em não deixar esse pequeno grande nada instalar-se. De forma alguma.
E todos os dias se perde algum pormenor.
Todos os dias algo morre, nem que seja só um pouco.
E todos os dias alguém se perde. Todos os dias alguém nos perde.

E é aí que eu descanso e penso na velha máxima:
" A vida segue. Para a frente é que é o caminho."

sexta-feira, maio 11, 2012



Andei o dia todo a trautear isto :)

Bom fim de semana minha gente!

terça-feira, maio 01, 2012

Abril Momentos Mil


E no mês de Abril, andámos assim:

Festas do S. Gregório - Mais uma Páscoa todas juntas :)

St. James´s Park - Londres

Westminster Abbey - Londres

 Madame Tussaud - Londres

Camden Town -Londres

Parabens Larry :) - Cais do Sodré

Noite "Argentina" =)

quarta-feira, abril 18, 2012

I love London!



4 Girls.
1 Town
Sex & The City in...

....

LONDON!!!!!

(é já amanhã, minha gente!)

domingo, abril 15, 2012

O que as coisas não significam



Sometimes it's not enough to know what things mean, sometimes you have to know what things don't mean.”


Tenho tentado todos os dias assimilar a ideia de que não posso entender ou compreender tudo. Mas é algo que se torna todos os dias também mais complicado para mim.
Não entender as coisas retira-lhe toda a simplicidade e atribui-lhes uma complicação demasiadamente pragmática para o meu gosto.

E vou exercitando diariamente a minha cabeça e o meu coração para que abracem a ideia de que há coisas que não me são explicadas, porque não são para me ser explicadas. Não porque não me dizem respeito, mas porque não estou envolvida nelas o suficiente ou de forma natural.
E agarro-me ao que sou e sempre fui, apenas uma pequena cuidadora demasiadamente preocupada em que esteja sempre tudo bem entre aquilo que nos rodeia ou nos pode afectar.
E porque é que é assim?
Não sei ainda porquê. Nem o que significa.
Mas isso também me ajuda a compreender aquilo que não significo. E aquilo que todas as coisas que não compreendo (ainda) não significam (mais).
E por hoje e para os próximos dias, isso terá de me bastar.
E porquê?
Porque sou demasiadamente normal, e simples.

quarta-feira, abril 04, 2012

AJATeatro


E vai ser o primeiro como professora :)